Foto: Roberto Castro/MTUr
Gastos de turistas internacionais sobem 17% em agosto e batem novo recorde anual
Os
gastos de turistas internacionais no Brasil atingiram o maior valor da
história para o mês de agosto: R$ 4,8 bilhões (US$ 932 milhões), o que
representa um aumento de 17% em relação a agosto de 2025, quando as
despesas somaram R$ 4,1
bilhões (US$ 794 milhões).
No acumulado de 2026, o Brasil também
registrou recorde. Nos oito primeiros meses do ano o volume atingiu R$
38,7 bilhões (US$ 7,4 bilhões). O valor representa um crescimento de 10%
em relação aos R$ 35 bilhões (US$ 6,7 bilhões) movimentados nos
oito primeiros meses de 2025.
O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano,
comemorou os bons números. “Os resultados que estamos alcançando
mostram que o turismo brasileiro está crescendo em várias frentes. Temos
mais estrangeiros escolhendo o Brasil para viajar, mais brasileiros
viajando pelo país e um turismo de negócios cada vez mais aquecido. É um
movimento que fortalece toda a cadeia, amplia a circulação de renda e
cria novas oportunidades para destinos, empresas e trabalhadores em
todas as regiões”,
afirmou.
Os dados, compilados pelo Ministério do Turismo, foram divulgados nesta segunda (28) pelo Banco Central. Os valores, em dólares, foram convertidos para reais na cotação desta segunda.
O recorde de gastos de turistas
internacionais no Brasil segue a tendência de alta nas estatísticas do
turismo brasileiro em 2026.
De janeiro a agosto, o país recebeu
6.451.257 turistas internacionais, mantendo o patamar recorde alcançado
no ano passado. Apenas em agosto, foram 576.276 visitantes estrangeiros,
o maior volume para o mês desde o início da série histórica, em
2009.
Na aviação doméstica, o Brasil superou
pela primeira vez a marca de 68 milhões de passageiros transportados
(nos oito primeiros meses do ano) - um crescimento de 4% em relação ao
mesmo período de 2025. O mês de agosto também foi recorde, com
8,93 milhões de passageiros.
Já o turismo corporativo alcançou o maior faturamento da história para o acumulado do ano. Entre janeiro e agosto, o segmento movimentou R$ 9,75 bilhões, resultado 8,21% superior ao registrado nos oito primeiros meses de 2025.
