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Dia Mundial da Fibromialgia: tratamento adequado melhora a qualidade de vida
Conviver com fibromialgia não significa comprometer a qualidade de vida. Com tratamento adequado, é possível controlar os sintomas e manter uma rotina mais equilibrada e funcional, apesar de se tratar de uma condição crônica marcada por dores generalizadas, fadiga e alterações no sono.
O manejo dos sintomas envolve uma combinação de estratégias que vão além do uso de medicamentos. A adoção de hábitos saudáveis, a prática regular de atividade física e o acompanhamento profissional são fundamentais para reduzir os sintomas e melhorar o bem-estar.
Segundo a Dra. Emanuela Pimenta, reumatologista da Clínica Ceder, a fibromialgia exige um manejo contínuo e individualizado. “A abordagem multidisciplinar é fundamental no manejo da fibromialgia. Associamos o acompanhamento médico à atividade física orientada e ao suporte psicológico, porque o controle dos sintomas depende diretamente dessa integração de cuidados”, destaca.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), cerca de 3% da população brasileira convive com a fibromialgia. De cada 10 pacientes, entre sete a nove são mulheres, mas a condição também pode acometer homens, idosos, adolescentes e crianças.
Vale lembrar que, desde janeiro de 2026, a fibromialgia passou a ser reconhecida no Brasil como possível causa de deficiência. Com a entrada em vigor da Lei nº 15.176/2025, pacientes passaram a ter acesso ampliado a direitos legais, benefícios previdenciários e assistenciais, além de políticas de inclusão social.
Celebrado em 12 de maio, o Dia Mundial da Fibromialgia reforça a importância da conscientização sobre a doença e do acesso ao diagnóstico e ao cuidado contínuo.
Por Moisés Brito
