Distribuição de doses contra a Covid-19 em 2026 chegou a 6,3 milhões, com estoques garantidos em todo o país. Foto: Myke Sena/MS
Bahia recebe mais de 205 mil doses da vacina contra a covid-19
O Governo do Brasil enviou mais 2,2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal, garantindo estoque suficiente para atender às demandas regionais. A Bahia recebeu 205.008 doses do imunizante. Com essa entrega, o total de doses distribuídas pela pasta nos primeiros meses deste ano chega a 6,3 milhões. Os estoques estão garantidos em todo o país.
As
vacinas ofertadas pelo SUS são as mais atualizadas contra as cepas em
circulação e seguem recomendadas de forma prioritária para os grupos
mais vulneráveis. “As vacinas continuam sendo a principal forma de
prevenir casos graves, hospitalizações e mortes pela doença. O Brasil
tem doses suficientes e segue garantindo o acesso da população à
imunização”, afirma o diretor do Programa Nacional de Imunizações do
Ministério da Saúde, Eder Gatti.
O
Ministério da Saúde mantém quantitativo suficiente em estoque para
atender todo o país. A distribuição das doses às unidades de saúde e a
organização da logística local são de responsabilidade dos estados e
municípios, que gerenciam seus estoques, controle de validade e
aplicação das doses.
O envio é
feito por meio de pauta automática, baseada em critérios como
estimativa da população-alvo e o número de doses aplicadas. Estados
podem formalizar solicitações adicionais caso identifiquem necessidades
excepcionais. Quando acionado, o Ministério realiza o envio de mais
doses.
Abastecimento contínuo em todo o país
Entre
janeiro e março de 2026, o Ministério da Saúde enviou 4,1 milhões de
doses aos estados, com 2 milhões já aplicadas. Na oportunidade, o estado
da Bahia foi contemplado com 223,5 mil doses.
Com
a nova remessa enviada esta semana, a Pasta dá continuidade ao envio
regular e se soma aos estoques regionais para crianças e adultos,
reforçando a estratégia de ampliação da cobertura vacinal.
A distribuição é feita pelo
Ministério da Saúde diretamente às secretarias estaduais de saúde (SES),
responsáveis pela logística de recebimento e distribuição das doses aos
municípios.
Quem deve se vacinar?
O esquema de vacinação contra a covid-19 no Brasil segue diretrizes atualizadas, estruturadas conforme faixa etária e condições de saúde, com foco na proteção dos grupos mais vulneráveis:
- Idosos (a partir de 60 anos ou mais): duas doses, com intervalo de 6 meses entre elas;
- Gestantes: uma dose a cada gestação, em qualquer idade e fase gestacional, respeitando intervalo mínimo de 6 meses desde a última dose;
- Crianças (6 meses a menores de 5 anos): esquema básico de duas ou três doses, conforme o imunizante;
- Pessoas imunocomprometidas (a partir de 6 meses de idade): esquema básico com três doses e recomendação de doses periódicas (uma dose semestral, com intervalo mínimo de seis meses);
- População geral (5 a 59 anos): uma dose para pessoas não vacinadas anteriormente.
A estratégia de vacinação também contempla outros grupos especiais, como trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, povos indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas, população privada de liberdade, pessoas em situação de rua e trabalhadores dos Correios.
A orientação é que a população
procure a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação
vacinal e manter a proteção em dia.
Cenário epidemiológico
A covid-19 é
uma infecção respiratória causada pelo SARS-CoV-2, com potencial de
agravamento, especialmente em grupos de maior risco, podendo evoluir
para óbito. Em 2026, até 11 de abril, foram registrados 62.586 casos de
síndrome gripal (SG) por covid-19. Também foram notificados 30.871 casos
de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), sendo 4,7% por covid-19
(1.456 casos), com 188 óbitos de SRAG por covid-19.
Diante desse cenário, a vacinação
continua sendo a principal forma de proteção. As vacinas oferecidas
gratuitamente pelo SUS são seguras e eficazes para prevenir casos
graves, hospitalizações e óbitos. Por isso, é fundamental manter o
esquema vacinal atualizado, especialmente entre os grupos mais
vulneráveis.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
