CEIMI possui espaço moderno e acolhedor para a educação infantil (Crédito: Daniel Amaral)
Crianças agora contam com a primeira creche-escola pública de Itaparica
Um novo momento para a educação na primeira infância em Itaparica começou hoje (2), com o início das aulas no Centro de Educação Infantil do Município (CEIMI). Primeira creche-escola da cidade construída com recursos próprios, a unidade passa a atender 200 crianças de seis meses a três anos em tempo integral, ampliando a oferta de vagas na rede municipal.
Inaugurada na última quinta-feira, a estrutura recebeu investimento superior a R$ 4 milhões do município e foi planejada para oferecer um ambiente seguro, acolhedor e adequado ao desenvolvimento das crianças nessa faixa etária. A unidade conta com dois berçários, oito salas de aula amplas e climatizadas, sala multimídia e brinquedoteca equipada com jogos, brinquedos pedagógicos e acervo de livros infantis. O CEIMI dispõe ainda de parquinho, horta, cozinha equipada, lavanderia e espaços pensados para estimular o desenvolvimento cognitivo, motor e social.
A unidade foi construída para atender uma demanda histórica das famílias por mais vagas na rede pública para crianças dessa faixa etária. A proposta é garantir não apenas assistência, mas acompanhamento pedagógico desde os primeiros anos, fase considerada decisiva para a formação e redução de desigualdades educacionais ao longo da vida escolar.
Além do impacto na formação das crianças, o novo equipamento também traz reflexos diretos para a economia local, ao permitir que mães e pais trabalhem com mais tranquilidade enquanto os filhos permanecem em um espaço estruturado e acompanhado por profissionais da educação.
Para o prefeito Zezinho Oliveira, a inauguração simboliza um investimento estratégico no futuro do município. “Estamos fortalecendo a base da nossa educação. Investir na primeira infância é garantir oportunidades no futuro. Essa creche-escola nasce para cuidar, educar e dar suporte às famílias de Itaparica, e isso é uma prioridade da nossa gestão”, afirmou.
Por Cilene Brito
