Foto: ZDL Sports/Divulgação/Arquivo O Candeeiro
Osasco São Cristóvão Saúde vai até Minas Gerais para enfrentar o Batavo Mackenzie
Por Doro Jr e Rafael De Marco
Osasco São Cristóvão Saúde vai em busca da reabilitação na Superliga 25/26 neste sábado (31), em Minas Gerais. A equipe comandada pelo técnico Luizomar enfrenta o Batavo Mackenzie, às 21h30, no ginásio do adversário, em Belo Horizonte. O SporTV 2 e a plataforma de streaming da Volleyball World, a VB.TV (vb.tv) transmitem a partida.
As osasquenses entram em quadra para somar três pontos fora de casa após o revés sofrido no Rio de Janeiro na terça-feira (27), quando foram superadas pelo Sesc RJ Flamengo. “Foi uma partida em que começamos bem, mas acabamos nos perdendo. Sem tirar os méritos do Flamengo, que fez uma boa partida, não conseguimos fazer nosso jogo fluir. E usamos esses poucos dias entre uma rodada e outra para trabalhar muito, a fim de corrigir isso”, comenta a oposta Tifanny, que também tem atuado como ponteira em alguns momentos das partidas da Superliga.
Osasco segue na quarta posição na tabela de classificação, com 30 pontos (dez vitórias e cinco resultados negativos), enquanto o adversário deste sábado está em nono lugar (cinco resultados positivos e nove derrotas). No primeiro turno, dia 7 de novembro do ano passado, as osasquenses bateram o Batavo Mackenzie por 3 sets a 0, no ginásio José Liberatti.
Se repetir a escalação das últimas rodadas, o técnico Luizomar mandará para a quadra a levantadora Jenna Gray, a oposta Bianca Cugno, as ponteiras Maira e Caitie Baird, as centrais Larissa e Mayhara, e a líbero Camila Brait. Maiara Basso vinha sendo a titular em uma das pontas, porém, após sentir uma lesão no pé esquerdo, tem sido uma opção para entrar durante as partidas. Assim como Tifanny, acionada tanto na inversão, para jogar como oposta, como para entrar na função de ponteira.
Reencontro - Na próxima rodada, quinta-feira (5), o time de Camila Brait, Tifanny, Caitie Baird, Mayhara, Jenna Gray, Bianca Cugno, Larissa e cia. volta a jogar diante da sua torcida depois de duas rodadas fora (Rio de Janeiro e Minas Gerais). “O ginásio José Liberatti, com a energia da torcida que lota as arquibancadas a cada partida, faz toda a diferença. Só quem sente toda a atmosfera positiva é capaz de entender. Para nós, em quadra, mais ainda”, comenta a líbero e capitã Camila Brait.
