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INDEX 2026 projeta mais de R$ 200 milhões em negócios e reforça protagonismo da indústria baiana
Considerado o maior evento da indústria do Nordeste, o INDEX 2026 será
realizado entre os dias 6 e 8 de maio, no Centro de Convenções Salvador,
com expectativa de reunir mais de 40 mil participantes, mil compradores
e gerar cerca de R$ 200 milhões em negócios ao longo dos três dias de
programação.
Promovido pela Federação das Indústrias do Estado da Bahia
(Fieb) e pelo Sebrae, o evento amplia seu alcance em 2026 ao integrar
conteúdos técnicos, empresariais e gerenciais a rodadas de negócios
ainda mais robustas. A proposta é reunir empresários da capital, do
interior baiano e de outras regiões do país, fortalecendo o ambiente de
conexões e oportunidades.
De acordo com a coordenadora do evento na FIEB, Manuela
Martinez, o INDEX se consolida como uma importante plataforma de conexão
e apoio às empresas. “O Index permite às indústrias da Bahia ampliar a
visibilidade de suas marcas junto a fornecedores e parceiros potenciais
em todo o Estado, criando oportunidades de negócios e fortalecendo
conexões que impulsionam o desenvolvimento e geram resultados para a
economia baiana”, afirma.
Entre as novidades desta edição estão a Rota de Engajamento,
uma trilha gamificada voltada à participação dos empresários nas
atividades do evento, e o Cubo de Inovação, espaço dedicado à conexão
entre o setor produtivo, startups e novas tecnologias. Segundo o diretor
técnico do Sebrae Bahia, André Gustavo, o evento cresce 20% em número
de expositores, visitantes e área, ampliando as oportunidades de
negócios, parcerias e networking.
O evento já conta com mais de 300 expositores confirmados e
cerca de 93% dos espaços comercializados, evidenciando a crescente
demanda por ambientes estratégicos que aproximem indústria e comércio.
Um dos principais diferenciais desta edição é o investimento na atração
de compradores, com a realização de missões empresariais em diversas
regiões da Bahia e em outros estados do Nordeste, em parceria com
entidades como FCDL, Fecomércio e Sebrae.
Para potencializar os resultados, a estrutura de rodadas de
negócios foi ampliada, com espaços duplicados e encontros previamente
agendados entre fornecedores e compradores, garantindo maior efetividade
nas conexões comerciais.
A programação inclui ainda novos espaços e experiências,
como a Arena de Inovação, com debates sobre inteligência artificial e
transformação digital; a Feira de Empregabilidade, que conecta
profissionais à indústria; e o Espaço de Crédito, com orientação sobre
financiamento empresarial. O evento também contará com experiências
sensoriais na área de alimentos e bebidas, desfiles e ativações no
segmento de moda, além de três auditórios com conteúdos sobre
sustentabilidade, reforma tributária, comércio eletrônico e inovação.
No campo institucional, a INDEX 2026 amplia sua atuação com a
participação de mais de 11 municípios, realização de fóruns
estratégicos voltados ao desenvolvimento econômico e uma missão
internacional com mais de 30 adidos comerciais, fortalecendo a presença
da Bahia no cenário global.
Para empresários que participaram da edição anterior, a
expectativa é positiva. Juliana Martins, fundadora da marca de
dermocosméticos Juliage, destaca os resultados obtidos. “Tivemos uma
experiência extremamente relevante, com geração de negócios,
fortalecimento de relacionamentos e vendas diretas. Para 2026, queremos
ampliar nossa presença e criar novas oportunidades de expansão”, afirma.
Na mesma linha, Laís Cavalcante, da Raízen Açaí, avalia o
evento como estratégico para o setor. “A Index se consolida como o
epicentro dos negócios da indústria na Bahia, promovendo conexões reais e
crescimento por meio do encontro entre quem decide e quem transforma o
mercado”, diz.
O histórico da primeira edição reforça o potencial do evento.
Em 2024, 96% dos expositores geraram negócios e 98% ampliaram a
visibilidade de suas marcas. A participação de pequenos negócios foi
predominante, representando 60% do total, o que evidencia a força da
indústria local e o papel da INDEX no estímulo à inovação,
competitividade e cooperação entre empresas, instituições e poder
público.
Fonte: FIEB
