Membros da Universidade Federal de Ouro Preto, que visitou a Unidade de Irecê no dia 30 de abril de 2025
Galvani retoma programa Portas Abertas, que permite visitas das comunidades e instituições de ensino às suas unidades
Com o objetivo de
estreitar o relacionamento com as comunidades onde atua, ampliar a
transparência e promover a educação e o entendimento sobre a indústria
brasileira de fertilizantes fosfatados, a Galvani mantém abertas as
portas de suas unidades por meio do Programa de Visitas Portas Abertas.
Retomado em 2025, o
Programa soma mais de 1 mil visitantes em suas unidades operacionais e
prevê a realização de visitas mensais em 2026 e reforça o compromisso da
empresa, líder na produção e entrega de fertilizantes fosfatados no
MATOPIBA — região que abrange áreas dos estados do Maranhão, Tocantins,
Piauí e Bahia — com o diálogo, a informação e o desenvolvimento
regional.
“Estamos animados
com a visitas do Programa Portas Abertas para 2026. Além da boa recepção
por parte dos participantes, que com recorrência avaliam de forma
positiva nossos processos de segurança e de meio ambiente, temos
percebido que o programa cumpre com o propósito de aproximar a Galvani
das comunidades e instituições parceiras. Além disso, ele fortalece o
diálogo e demonstra a transparência das nossas operações. É, sem dúvida,
uma das nossas principais iniciativas de relacionamento comunitário”,
comenta Ariana Prado, Coordenadora de Relacionamento com Comunidade e
Responsabilidade Social Corporativa da Galvani.
Aos interessados em agendar visitas, basta enviar um e-mail para portasabertas@galvani.ind.br.
Os grupos devem ter entre 10 e 25 pessoas, com idade mínima de 14 anos,
desde que incluam ao menos um participante com 18 anos ou mais.
Programa deu início em 2009 e tem papel educativo
O programa “Portas
Abertas” é destinado a estudantes do ensino fundamental, médio, técnico e
superior, além de representantes do poder público, instituições
educacionais e comunidade no geral. Somente em 2025, foram 20 visitas,
que reuniram 299 participantes. Em 16 anos, apesar de algumas unidades
terem cessado o calendário por questões pontuais em alguns anos e as
visitas serem suspensas em todas elas, por três anos, durante a pandemia
de Covid-19, a empresa soma cerca de 1.000 visitantes.
Durante as visitas,
os participantes têm uma visão detalhada do processo produtivo de
fertilizantes, por meio de um tour guiado pelas áreas de mineração e
instalações industriais. A experiência inclui uma apresentação
institucional, com foco na história da Galvani, seus valores e o impacto
na agricultura brasileira. O programa também aborda temas como
sustentabilidade, inovação no setor e cuidados ambientais.
A seguir, um resumo das visitas nas unidades da Galvani ao longo do ano de 2025.
Visitas em Angico dos Dias
Visitas a Irecê
Foram três visitas em Irecê. A primeira foi no dia 30 de abril, quando a turma do curso de Engenharia Geológica da Universidade Federal de Ouro Preto visitou as instalações (que está em obras avançadas e deve começar a operar no segundo semestre de 2026. Ao todo, reuniram 86 participantes.
“As expectativas eram altas, devido ao raro grau de preservação e
à diversidade dos tipos rochosos encontrados na unidade, mas foram
superadas. Além de reforçar os ensinamentos que passamos em sala de
aula, esse excelente laboratório natural, aliado à visão prática dentro
da empresa, foi muito importante para os nossos alunos, que seguirão
essa profissão no futuro”, disse a professora Alice Fernanda de
Oliveira, que esteve na unidade em abril.
Visitas em Luís Eduardo Magalhães
Ao todo, foram oito visitas no Complexo Industrial de Luís Eduardo Magalhães, que reuniram 145 participantes. A primeira aconteceu no dia 30 de maio e a última, em 30 de julho. Os grupos reuniram membros de instituições de ensino da região e de projetos sociais locais.Por Rogério Gama
