Equipe Chronos é uma das que vai representar a Bahia na competição. Foto: Wilson Sabadin/Coperphoto/Sistema FIEB
Equipes do SESI Bahia têm último encontro antes de embarcar para competição nacional em São Paulo
Oito equipes apoiadas pelo Serviço Social da Indústria (SESI Bahia) embarcam para São Paulo para participar do Festival SESI de Educação, realizado pelo SESI Nacional. O festival, etapa classificatória para torneios internacionais de diversas categorias de robótica, será realizado de 5 a 8 de março, na Fundação Bienal de São Paulo, na capital paulista.
A programação do Festival SESI de Educação, inclui competições de diferentes modalidades de robótica educacional (FLL, FRC, FTC e STEM RACING), além de oficinas e experiências imersivas.
No último encontro preparatório antes de partir para representar a Bahia, a delegação baiana participa neste sábado, 21.02, do Engaja SESI, das 8 às 12h, na Escola SESI Djalma Pessoa, no bairro de Piatã, em Salvador.
Dentre as equipes da modalidade First Lego League Challenge (FLL) a Escola SESI Bahia terá três representantes: a equipe Chronos, da Escola SESI Comendador Bernardo Martins Catharino, a Robolife, veterana na competição, e a Gênius, ambas da Escola SESI Manuel Querino, de Candeias.
Na modalidade First Tech Challenge (FTC), para competidores com mais de 16 anos, a Bahia será representada pelas equipes Hydra (Escola SESI Djlama Pessoa) e Xmachine (Escola SESI Reitor Miguel Calmon), de Salvador. A Hydra também tem uma equipe disputando a modalidade avançada First Robotics Competition (FRC).
O SESI Bahia também terá duas equipes disputando a STEM Racing Brazil, competição de velocidade com carro em miniatura projetado pela equipe. Nesta modalidade, o SESI Bahia levará duas representantes: as equipes Pegasus (Escola SESI Djlama Pessoa) e Sevenspeed (Escola SESI Reitor Miguel Calmon), ambas de Salvador. A Sevenspeed traz na sua história duas participações em finais internacionais na Arábia Saudita, em 2019 e 2024.
Com o tema “UNEARTHED”, a temporada de 2025 do FLL teve como foco a arqueologia e desafiou estudantes de 9 a 15 anos a desenvolverem soluções criativas e tecnológicas para os problemas atuais que os arqueólogos enfrentam.
Fonte: FIEB
